Na tarde de ontem (7) foi divulgado através das redes sociais que a nossa amada Lily Collins se casou com Charlie McDowell. Confira abaixo mais detalhes:

Através de seu Instagram oficial, Lily Collins compartilhou detalhes do seu adorável casamento com o diretor Charlie McDowell. A atriz anunciou que o vestido usado por ela durante a cerimônia foi confeccionado pela marca de alta costura Rpalph Lauren e que foi um dos poucos criados pela mesma, juntamente com o da atriz Priyanka Chopra que se casou com o músico Nick Jonas há alguns anos atrás!

“Nunca quis ser de alguém mais do que quis ser sua, e agora eu posso ser sua mulher. No dia 4 de setembro de 2021 eu me tornei sua para sempre. Te amo infinito”. Collins escreveu em sua postagem em seu Instagram.

Além de compartilhar mais uma belíssima foto onde ela mostrava o seu véu em forma de capuz com a seguinte legenda: “Nunca fui tão feliz”.

E por último mas não menos importante, Lily compartilhou mais uma foto em seu feed na rede social com a seguinte mensagem: “O que começou como um conto de fadas, agora é minha realidade para sempre. Nunca vou conseguir descrever corretamente o quanto foi de outro mundo esse último final de semana, mas mágico é um bom lugar para começar…”.

O local escolhido para essa belíssima cerimônia do casal foi o Dunton Hot Springs, localizado nos arredores de Telluride. O resort remoto e renovado, já foi conhecido como uma cidade fantasma do século XIX e foi reformado em uma propriedade que inclui 12 cabines de luxo e um balneário restaurado que é alimentado por uma fonte natural de água quente.

E na tarde de hoje (8), Raph Lauren compartilhou detalhes do vestido usado por Lily Collins em seu casamento através do perfil oficial da marca no Twitter, confira:

“O vestido e a capa personalizadas com capuz foram totalmente feito à mão, trazidos à vida por quase 200 horas de trabalho artesanal e complexo”.

Confira abaixo algumas fotos compartilhadas com exclusividade pela revista People:

ENSAIOS FOTOGRÁFICOS | PHOTOSHOOTS > 2021 > PEOPLE MAGAZINE
LCBR001.JPGLCBR002.JPG
Lily já havia anunciado o seu noivado em setembro de 2020 através de uma postagem em seu perfil no Instagram!

Nós do LCBR, desejamos ao casal toda a felicidade do mundo!







Nós queremos levar o melhor conteúdo á vocês, nossos seguidores e leitores. Com isso, estamos abrindo vagas para aqueles que desejam fazer parte do fã site brasileiro dedicado a atriz Lily Collins. E se você quer fazer parte da nossa equipe maravilhosa e ainda divulgar e levar notícias para os demais fãs, não perca essa oportunidade!

Os interessados deverão preencher a ficha abaixo e nos enviar em nossa DM no Twitter!

FICHA:

  • Nome:
  • Idade:
  • Twitter:
  • Cidade/Estado:
  • Nível de conhecimento da língua inglesa: (Básico, médio, avançado):
  • Participa de outro fã-site? Se sim, qual e qual área?
  • Porque gostaria de entrar na equipe do LCBR? Porque podemos confiar em você?
  • Qual vaga você está se inscrevendo:

Twitter – Responsável por atualizar nosso Twitter com todas as novidades, notícias e mais.
Newposter – Responsável por atualizar o nosso site com entrevista traduzidas, notícias, vídeos e mais.
Gallery Manager – Responsável por atualizar nossa galeria com todas as fotos.
Legender – Responsável por legendar novos e antigos vídeos.
Tradutor – Responsável por traduzir vídeos , entrevistas para revistas e etc.

Requisitos para Twitter: (duas vagas)
Saber procurar informações;
Nível intermediário em língua portuguesa e inglesa;
Ter tempo livre.

Newsposter: (duas vagas)
 Saber ler/escrever em inglês (nível intermediário);
Conhecimento básico de HTML e uso de WordPress;
Saber editar imagens, para criação de imagens para o post;
OBS: Se você não tiver conhecimento sobre WordPress, iremos lhe ensinar.

Gallery Manager: (duas vagas)
Ter tempo livre para procurar fotos em alta qualidade e screencaps de filmes, photoshoots e mais;
Conhecimento básico de Coppermine e FTP.
OBS: Se você não tiver conhecimento com  Coppermine e/ou upload via FTP, iremos lhe ensinar.

Requisitos para Legender: (duas vagas)
Conhecimento em editor de vídeo;
Nível intermediário em língua portuguesa e inglesa;
Ter tempo livre para legendar.

Requisitos para Tradutor: (duas vagas)
Nível intermediário em língua portuguesa e inglesa;
Ter tempo livre para traduzir.

Nós precisamos de pessoas que admire, aprecie e acompanhe a Lily. E o mais importante, que tenha tempo livre e realmente esteja disposto a ajudar a trazer o melhor conteúdo da mesma!

É necessário recordar que o ajudar no site é um trabalho voluntário, portanto, não haverá remuneração e que o site é focado na divulgação do trabalho da Lily e suporte a mesma.

Não há uma data final para se inscrever, conforme formos gostando dos inscritos, iremos entrando em contato e atualizando o post, então é importante que vocês fiquem atentos em nossas redes sociais.




Sempre teve curiosidade em saber como a Lily cuida da sua pele? Agora ficou mais fácil, a atriz mostrou os detalhes de seus cuidados para a Vogue Magazine e nós legendamos para vocês, confira:




Em recente entrevista concedida por Lily Collins a revista Variety Fair, a atriz contou um pouco mais sobre seu novo trabalho “Emily In Paris” que já está disponível na Netflix, confira traduzido abaixo:

Antes de o mundo ficar fechado, quando os americanos eram livres para viajar internacionalmente, Lily Collins estava cruzando continentes. A atriz indicada ao Globo de Ouro estava filmando sua nova série para a Netflix “Emily in Paris” na Cidade das Luzes, bem como trabalhando em Los Angeles em “Mank” de David Fincher – um drama sobre a produção de “Citizen Kane”. Em “Emily”, com estreia na Netflix em 2 de outubro, ela estrela como personagem principal, uma jovem executiva de marketing de moda que é transferida de Chicago para Paris, onde ela não conhece ninguém e não fala francês. Lentamente, ela encontra novos amigos e, claro, um romance. “Você pode ver no primeiro episódio que Emily não precisa mudar quem ela é para ser finalmente abraçada e compreendida”, disse Collins, 31, no episódio de quinta-feira do podcast Variety and iHeart “The Big Ticket.” “Ela é óbvia; ela fala alto em sua moda e em suas expressões faciais. Ela está muito determinada em quem ela é, mas também está disposta a abraçar a mudança e novas ideias e novas pessoas e aprender sobre si mesma – e também, por sua vez, ensinar outras pessoas. Não tínhamos essa cena de transformação em que ela entra em um provador como a Emily da América e sai como a Emily parisiense, e as pessoas ficam tipo, ‘Oh, agora entendemos você’ ”. “Emily in Paris” é considerada “Sex and the City” para uma nova geração? Queríamos ter certeza de que Emily não era uma nova Carrie. Queríamos que Emily fosse Emily e estivesse sozinha. Mas também sinto, e Darren concorda, que acho que Emily cresceu assistindo “Sex and the City”. Acho que ela amava Carrie Bradshaw. Acho que ela amava Audrey Hepburn. Acho que ela leu todas as páginas da Glamour, da Vogue, da Elle e de todas aquelas revistas. Acho que provavelmente Carrie foi uma dessas inspirações para ela, assim como todas as outras mulheres naquele programa. Espero que fique sozinha e tenha seu próprio momento, mas ao mesmo tempo, seria uma pena não ter prestado uma pequena homenagem aos personagens que acho que ela cresceu amando. E há algumas referências aqui e ali que Patricia lançou como odes a “Sex and the City”. Se o programa for escolhido para uma segunda temporada, Carrie pode fazer uma participação especial. Eu adoraria isso. Eu sinto que talvez isso precise acontecer. Posso contar a Darren sobre isso. Ela poderia ser como uma aparição. Emily passa e há um reflexo em uma janela e ela olha para dentro, mas vê Carrie. Então ela volta e é ela, e ela fica tipo, “O quê?” Eu acho que seria ótimo. Qual foi a sua roupa favorita de “Emily em Paris”? Minha roupa favorita é combinada com uma memória favorita de “Oh, meu Deus, não posso acreditar que estou aqui.” Era a cena da Ópera de Paris, onde era uma ode a Audrey Hepburn. Eu estava com um vestido preto com meu cabelo [puxado para trás] e usando uma tiara. Eles fecharam a Ópera de Paris, e eu estou correndo ao redor e subindo as escadas olhando para o palco, e estou vestida do jeito que estou vestida, e estou dizendo: “Isso é surreal. É uma loucura que eu faça isso e eu consigo fazer isso vestida assim.” Emily foi retirada de Chicago, mergulhada em Paris, não conhece ninguém, não conhece o idioma. É algo com o qual você poderia se identificar? Eu nasci na Inglaterra e me mudei para cá antes de completar 6 anos. [Seu pai é o músico Phil Collins; sua mãe é a negociante de antiguidades de West Hollywood, Jill Collins.] E embora a experiência de uma criança seja muito diferente da de um adulto, eu me senti muito como um peixe fora d’água quando entrei na escola naquele primeiro dia, de uniforme, sem falar o mesmo, falando inglês, mas soando britânico. E nessa idade, as crianças são muito diretas – “Você não parece comigo; você não se parece comigo! ” Você fica tipo, “Eu só quero me encaixar e só quero ser abraçada, e o que eu faço?” Como surgiu “Mank”? Foi muito louco. Gravei-me uma semana antes de partir para Paris. Enviei a fita, peguei um avião, cheguei a Paris, estava no meio das filmagens e estou nove horas à frente de L.A. e fiz uma sessão de Zoom com David Fincher. Então eu descobri que consegui. “Mank” terminou poucos dias antes da quarentena. Eu estava fazendo ADR do meu armário para “Emily” e também fiz ADR para “Mank” em quarentena. Todos eles terminaram e se finalizaram enquanto estávamos passando por isso. Eu me sinto muito sortuda por eles não terem sido colocados em espera.




Em recente entrevista a Glamour, Lily analisou os looks que ela usou em filmes e séries e nós legendamos para vocês, assista abaixo:

 




Com o lançamento de Emily em Paris, Lily esta concedendo várias entrevistas e dessa vez foi para o ET Canadá, onde ela fala sobre ter gravado a série na França e muito mais, confira abaixo a mesma traduzida e legendada pela nossa equipe:




Em uma recente entrevista disponibilizada pela revista Sunday Times Style, Lily Collins brinca de “termine a frease”. Confira abaixo o vídeo legendado pela nossa equipe:




Em recente entrevista a revista Vanity Fair, Lily ensina algumas gírias britânicas para quem nunca ouviu. Confira abaixo o vídeo legendado pela nossa equipe:

[LEGENDADO] Lily Collins ensina gírias britânicas from Lily Collins Brasil on Vimeo.

 




A estrela da nova comédia romântica da Netflix Emily em Paris – e filha do astro da música Phil Collins – conta como sua infância traumática levou à um transtorno alimentar. Lily Collins está tendo um momento “me belisca que eu estou sonhando” no set parisiense da nova comédia romântica da Netflix, Emily in Paris – eufórica com seu primeiro papel principal na TV. A série, criada por Darren Star de Sex and the City, tem muito do toque fashion de seu mega hit, já que sua figurinista é Patricia Field – conhecida no mundo todo por fazer de Carrie Bradshaw de Sarah Jessica Parker um ícone de estilo. “Oh meu Deus”, disse a jovem de 31 anos para o The BINGE Guide, sem fôlego, “quando eu soube que Darren estava fazendo este show, eu li o piloto e disse,‘ Oh meu Deus! Eu amo isso.” ela ri. “Cresci assistindo a todos os programas dele – Beverly Hills 90210, Melrose Place e, claro, Sex and the City.” A empolgada estrela continua: “Trabalhar com Patricia Field… Ela é como uma deusa para mim. Até mesmo estar na mesma sala com ela, muito menos ter ela colocando coisas no meu corpo, é incrível. ” Enquanto Collins está perfeitamente escalada para interpretar a alegre Emily Cooper, uma das maiores personagens da série continua sendo a própria Cidade da Luz. “Já estive em Paris muitas vezes, mas nunca morei aqui”, diz Collins. “Todo mundo disse antes de eu vir, ‘Paris vai mudar você’. E realmente mudou. Eu me acostumei tanto com o estilo de vida aqui agora que vai ficar estranho quando eu voltar para Los Angeles.” Canalizando sua experiência de peixe fora d’água para o papel, a jovem estrela abraçou a oportunidade como nenhuma outra em sua carreira. “Ter as chaves do apartamento é muito legal e, na verdade, estou experimentando todos esses Emily-ismos, junto com ela”, explica Collins. “Basicamente, tudo o que Emily passa, aquela perda na experiência de tradução e na descoberta de si mesma, sinto que também fiz como Lily. Estou gostando de passear por uma cidade que costumava ser tão grande, mas agora me parece muito próxima”, ela sorri. “Posso me relacionar com o conceito dessa jovem se mudando para cá, que se transforma em toda uma experiência de vida em que ela cresce fisicamente, emocionalmente e espiritualmente como pessoa.” Dois maquiadores correm para prepará-la para a próxima cena em que nossa heroína, que recentemente se mudou de Chicago, faz o possível para evitar parecer estranha em uma festa de lançamento sofisticada promovida pela empresa de marketing para a qual trabalha. Na superfície, a falta de sofisticação de Emily não poderia estar mais em desacordo com o elegante e equilibrado Collins ao meu lado, vestido com um conjunto Chanel totalmente preto. No entanto, ela insiste que pode ter empatia com seu alter ego. “Bem, eu sei o que é ser um estranho. Quando me mudei da Inglaterra para Los Angeles, eu tinha cerca de cinco anos e falava com sotaque e usava palavras diferentes. Eu só queria me encaixar e me senti muito como um peixe fora d’água.” Aquela nervosa criança de cinco anos continua dentro dela, apesar dos prêmios e elogios que ela acumulou desde sua primeira atuação no papel da filha de Sandra Bullock no filme de 2009, The Blind Side (Um Sonho Possível). “Cada vez que você entra em um novo filme ou em um estúdio de TV, você fica nervoso. Mas é nesses momentos em que você pode aprender muito sobre si mesmo e como você lida com esse sentimento [de forasteiro].” “Eu acho que se todos nós pudermos admitir que nos sentimos estranhos ou fora do lugar, podemos nos unir em um sentido. Eu tento prosperar com esses sentimentos estranhos porque é quando você pode ter as experiências mais legais.” Claro, como filha do superastro da música Phil Collins, experiências legais vêm com facilidade. “Eu fui a um de seus shows recentemente”, ela sorri. “E devo dizer, esqueci que era filha dele. Eu estava apenas assistindo como um fã e corri para a frente quando ele estava cantando sua última música. Ele acenou e cantou direto para mim… foi o momento mais legal, acho que já tive em um show dele. Eu não o via como um adulto há alguns anos e por ele me ver lá e compartilhar aquele momento na frente de todas aquelas pessoas… parecia que eu era a única ali. Foi adorável.” Seu relacionamento nem sempre foi tão adorável, com Collins escrevendo uma carta aberta para seu pai explicando a dor do divórcio de seus pais e o impacto de suas longas ausências sobre ela, em seu livro de 2017, ‘’Unfiltered: No Shame, No Regrets, Just Me.’’ Collins admite que ela se “afundou” após a separação e desenvolveu um distúrbio alimentar. “As pessoas pensam que a anorexia é só uma questão de vaidade, o que não é verdade. Nunca se trata de não ser magra o suficiente, não é disso que se trata. É uma doença mental real que lida com muito mais do que apenas o físico”, explica ela. “Eu estava muito insegura com tudo… minhas sobrancelhas, meu sotaque, minha pele de marfim. Eu não tinha um bronzeado e não me encaixava no molde de LA”, ela dá de ombros. Mas não estava se encaixando naquele molde que a serviu bem, especialmente considerando que aquelas sobrancelhas famosas dela realmente a ajudaram a ser notada. Aos 17, por exemplo, ela foi escolhida pela Chanel para usar um de seus vestidos no Bal des Debutantes de 2007 em Paris. Dois anos depois, a revista espanhola Glamour a considerou “modelo internacional do ano” e a colocou na capa de agosto de 2009. Ela também continua sendo o rosto da marca de beleza Lancome, cargo que ocupa desde 2013. Muito talentosa durante sua adolescência, a graduada em jornalismo de radiodifusão escreveu uma coluna para a revista britânica Elle; contribuindo para Seventeen, Teen Vogue e Los Angeles Times. “No fundo ainda sou uma jornalista”, diz ela. “E eu venho dessa perspectiva.” Suas atuações na série de TV Les Miserables and Rules Don’t Apply fizeram com que a jovem estrela ganhasse aclamação da crítica, especialmente em material mais sombrio – tornando Emily em Paris uma partida marcante e um antídoto bem-vindo. Seguindo nossa conversa em Paris, nos reconectamos por meio do Zoom de sua casa em Los Angeles, quase um ano depois. “É tão estranho pensar que eu estava filmando isso há um ano, interpretando um personagem que se perde em Paris e pode vagar e explorar uma cidade estrangeira”, diz ela, melancólica. “Esse é um conceito tão estranho agora.” Embora alguns estados não tenham permissão para viajar mais de cinco quilômetros de casa, muito menos visitar terras estrangeiras, é claramente um momento para o público viajar vicariamente – e a estada de Emily em Paris é certamente o tipo certo de escapismo da tela pequena. “Exatamente”, ela concorda. “Para poder levar este show para a sala das pessoas por meio da Netflix em um momento em que viajar não é possível, há um desejo realizado para o show agora que não esperávamos ser um verdadeiro sucesso. E também, o fato de Emily ser essa personagem brilhante, ousada e divertida que permite um brilho e uma leveza em um momento em que precisamos mais do que qualquer coisa, é o momento perfeito. “Há uma nostalgia daquele mundo que existia antes do bloqueio e também há uma esperança de que voltaremos de alguma forma [familiar] no futuro.”







layout desenvolvido por lannie d. - Lily Collins Brasil